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As nossas viagens. Ex-Militares da Companhia 3485 e Amigos.

QUEM GOSTA VEM… QUEM AMA FICA.

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QUEM GOSTA VEM… QUEM AMA FICA.

Austria, Abadia de Melk

No segundo dia em Viena visitámos no alto de uma colina a Abadia de Melk (Stift Melk).

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A região é considerada o Berço da Áustria. Surpreendeu-me a beleza da igreja beneditina e a amplitude dos edifícios.

 

A sua famosa biblioteca fez-me recordar o livro e filme, ali rodado, o Nome da Rosa, de Umberto Eco.

…um monge beneditino alemão, Adso de Melk, que narra, já em idade avançada, uma perturbante aventura da sua adolescência, vivida ao lado de um franciscano inglês, Guilherme de Baskerville. Em 1327, numa abadia beneditina reúnem-se os teólogos de João XXII e os do Imperador. O objeto da discussão é a pregação dos Franciscanos, que chamam a igreja à pobreza evangélica e, implicitamente, à renúncia ao poder temporal. Guilherme de Baskerville, tendo chegado com Adso pouco antes das duas delegações, encontra-se subitamente envolvido numa verdadeira história policial. Um monge morreu misteriosamente, mas este é apenas o primeiro dos sete cadáveres que irão transtornar a comunidade durante sete dias…

 

Depois do almoço, a tarde foi preenchida com um passeio de barco no Danúbio até Durnstein. Foi um interessante passeio, no vale do Danúbio, entre antigos castelos, povoados, e vinhas, que deixam entender a passada importância do tráfego deste rio.

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No Castelo Durnstein, em ruinas, esteve prisioneiro o rei Ricardo I de Inglaterra, conhecido por Ricardo Coração de Leão, mais tarde resgatado pelo fiel Minstrel Blondel.

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Carlos Alberto Santos

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Austria, cidade de Viena

Viena é a maior cidade da Áustria. A segurança, a tranquilidade, a cultura, a limpeza, a história, as artes, os palácios monumentais, as catedrais lindíssimas e os museus, é tudo tão evidente.

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Sem ser uma cidade com muito turismo, era o que procurávamos conhecer.

Viena fazia parte do meu imaginário pelo filme histórico onde a bela Romy Schneidder era a Sissi, a Imperatriz Elisabete da Baviera casada com o Imperador Francisco José.

No Palácio Imperial de Hofburg, não há espaço para desilusões, uma vez que conseguimos ter uma clara noção de como era a vida monárquica da altura. Um complexo de construções de diferentes épocas e estilos. Na porta de São Miguel, na praça com o mesmo nome, há numerosas esculturas que representam a força da dinastia Habsburg.

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A Praça dos Heróis (Heldenplatz) em memória do Arquiduque Carlos e ao seu triunfo sobre Napoleão em 1809.

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Década de 1980. A Hunsttwasserhaus Apartment Building, foi projetada pelo arquiteto austríaco Friedensreich Hundertwasser, apresenta uma interpretação interessante da arquitetura com pisos irregulares e uma mistura de todo o estilo tentando preencher as necessidades psicológicas do ser humano. Tem que se ver para acreditar.

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O Palácio do Belvedere, um grande palácio barroco que tem uma história rica e também tem raízes no século XVII. Uma homenagem aos triunfos nos Balcãs contra os turcos, como também na Itália, Flandres e Bavaria contra os franceses. As esfinges eram as guardiãs dos montes dos heróis.

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No Palácio de Schönbrunn conseguimos ter uma clara noção da suntuosa decoração e de como era a vida da época. São lindos os arranjos florais nos jardins, assim como a Fonte de Neptuno e bem lá no fundo a imponente Gloriette, um monumento em honra do exército imperial.

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A Ópera em dois momentos: o magnífico edifício erguido na Ringstrasse e o estilo musical. Ir a Viena e não assistir a uma ópera é um crime, e foi o que aconteceu. Um classicismo que se perdeu na velocidade das pobres modernices. No entanto, compensámos com um espetáculo de música clássica e valsas.

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A cidade de Viena ganha, com enorme distinção, às outras grandes cidades, é uma cidade muito branca em total contraste com o cobre das estátuas, com tudo impecavelmente limpo e os edifícios preservados.

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Carlos Alberto Santos

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Hungria, cidade de Budapeste

25 de Abril de 2018, Budapeste, capital da Hungria, uma cidade de rara beleza.

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Gosto e tenho prazer quando viajo, no entanto, admito, que para os mais sedentários, talvez seja um pouco cansativo andar de um lado para o outro ou levantar um pouco mais cedo que o habitual. Mas, conhecer e usufruir do nosso planeta compensa de longe, são só uns dias de esforço adicional.

A cidade de Budapeste, depois de passar pelo domínio nazi e posteriormente pela submissão à União Soviética revela claramente todos os traços do imperialismo ou a grandiosidade do Império austro-húngaro. Uma cidade, que satisfaz quem procura arte, arquitetura, historia ou diversão.

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O rio Danúbio lá está a dividi-la: a parte ocidental designada por Buda e a oriental tem o nome de Peste. Buda é a parte alta e velha. Nela se encontra o Monte de São Geraldo, o bairro do Castelo, o palácio do Castelo e a Igreja Matias. No Monte de São Geraldo pode ver-se o monumento da Liberdade. Trata-se de uma figura feminina de 14 metros de altura que tem sobre a cabeça um ramo de palmeira. Do topo desta colina tem-se uma vista deslumbrante.

Na parte baixa, Peste, lá estão: a Praça dos Heróis, o Parlamento, a Ópera e a catedral de Santo Estêvão.

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Apaixonei-me por esta cidade, aquela que antes parecia não merecer a minha atenção. Foi como um amor à primeira vista numa sensação de felicidade, que se comprovou pelas pessoas locais, o estilo de vida, a agitação, a história, o ambiente e os banhos da cidade, que infelizmente não foram aproveitados.

Pela noite dentro, regressámos ao Danúbio, para uma viagem e um agradável jantar em cruzeiro e também apreciar toda a envolvente noturna que ladeia o rio na cidade de Budapeste, onde o majestoso Parlamento, belo edifício neogótico, um monumento, faz as honras da cidade.

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 Carlos Alberto Santos

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Eslováquia, cidade de Bratislava

24 de Abril de 2018, entre um almoço e uma curta visita a Bratislava, capital da Eslováquia.

Provou ser uma escolha acertada, já que a cidade, com ar de província, se vê em poucas horas.

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Ter um guia ajudou e é sempre a melhor maneira de conhecer a história local, a cultura, as curiosidades e a importância de alguns dos seus edifícios, a Porta de Miguel, uma torre que fazia parte da muralha, a Catedral de São Martinho, o Castelo, as margens do Rio Danúbio e estátuas, que rapidamente se tornaram os pontos mais fotografados pelos turistas, como o trabalhador em bronze a sair de uma tampa de esgoto.

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Carlos Alberto Santos

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República Checa, cidade de Praga

Praga, 23 de Abril de 2018, 9h00 da manhã e um sol envergonhado, mas agradável. Até parecia mentira, porque estava prevista chuva.

O dia começou pelo Castelo de Praga, o maior e mais antigo do mundo. É enorme, majestoso e com uma vista divinal sobre a cidade. Depois do controlo nas entradas, há um mundo de jardins, residências reais, a casa do presidente, igrejas, a Catedral de São Vito e a Golden Lane (Zlata Ulicka), uma rua cheia de casinhas todas coloridas, que antigamente serviam de alojamento aos guardas. Mais tarde, estas casas albergaram pessoas de outros ofícios e de diferentes estratos sociais. Kafka aí residiu durante um tempo na casa número 22.

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No fim da rua encontrámos a Torre Daliborka, que na verdade era uma prisão. Deve o seu nome a Dalibor of Kozojedy, o primeiro prisioneiro que aguardava a sua morte nas masmorras da torre por ter dado guarida a rebeldes servios.

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Vista lá do alto, Praga é majestosa, imponente, repleta de um misticismo brutal em cada esquina, com uma arquitetura deliciosa onde o verdadeiro encanto não são apenas os monumentos, mas sim os prédios que contam a história da cidade, com estátuas, esculturas ou pinturas e os restos de um regime comunista ou de uma guerra.

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Durante a caminhada até à Igreja de Nossa Senhora Vitoriosa, aproveitei para me deliciar com um doce típico da cidade, o Trdelnik / TRDLO. Nesta igreja, maioritariamente visitada por estrangeiros, vi o Menino Jesus de Praga, muito pequenino, como não podia deixar de ser. Na altura envergava vestes brancas.

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Seguiu-se a Ponte Pedonal Charles. É impressionante pela sua estrutura e pela quantidade de artistas, vendedores e dos turistas que nela circulam. Tirar uma fotografia ao Rio Vltava não é uma tarefa fácil. É a mais velha da cidade de Praga e a segunda mais antiga da República Checa.

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O almoço estava reservado num restaurante perto da Praça Venceslau, onde e durante a refeição, pela mão de São Pedro, choveu com muita intensidade. Depois… no fim, lá estava o São Pedro a devolver-nos o sol.

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A Praça Venceslau não é mais do que uma extensa avenida com comércio, restaurantes, cinemas e clubes noturnos que atraem multidões de turistas.

Um pouco mais tarde chegámos à muito elegante Praça da Cidade Velha. Dizem que se mantem intata na sua arquitetura desde o século X. É um centro muito interessante, movimentado por turistas e um grande palco para artistas de rua. Entre esplanadas, restaurantes, bares e confeitarias encontramos a Catedral de Tyn, a Igreja St Nicholas e o Relógio Astronómico, Orloj, que, com muita pena, não deu para ver, por estar em recuperação. Conta com mais de 600 anos de funcionamento.

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Hoje quando penso na cidade de Praga, a Ponte Carlos é o local que logo me vem à mente, mas a visão da Catedral de Tyn é muito bela com a fachada voltada para a praça, ainda que parte dela escondida por detrás de casas. Impressionam as suas torres com os pináculos negros assimétricos: uma é maior que a outra, representando assim a vertente masculina e feminina do mundo.

De seguida, visitámos Joseov, o Bairro Judeu, que incluía a sinagoga Espanhola e o cemitério judeu.

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Entre lojas de souvenirs passámos por debaixo da Torre da Pólvora, a única, que se encontra de pé, das 13 que faziam parte das muralhas defensivas que rodeavam a cidade velha.

Ao início da noite tivemos, como se costuma dizer, a cereja no topo do bolo. Um espetáculo do famoso Teatro Negro de Praga. Foi assim, que me deleitei com um espetáculo, sobre a Alice no País das Maravilhas, onde tudo ocorre num cenário na escuridão com estratégico jogo de luz e sombras onde os atores atuam, sem recorrer à linguagem falada, quase como marionetes humanas. A força imaginativa dos produtores não dá tempo ou espaço para a vulgaridade e sem sabermos estamos envolvidos na beleza do enredo e na perfeição das técnicas que fazem voar personagens ou objetos e uma infinita magia.

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Mesmo... já noite dentro, estar na Republica Checa e não beber ou provar a tão falada cerveja checa, era pecado. Foi o que fiz e a pontuação foi de 100%.

 

Carlos Alberto Santos

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