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As nossas viagens. Ex-Militares da Companhia 3485 e Amigos.

QUEM GOSTA VEM… QUEM AMA FICA.

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Bulgária, Plovdiv, Grabovo (museu ao ar livre) e Skobelevo (plantação de rosas) - Abril 2019

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Veliko Tarnovo é uma das comunidades mais antigas da Bulgária. A primeira presença humana foi descoberta na colina de Trapezitsa com 3000 anos a.C.

Está numa região muito bela na cordilheira dos Balcãs. Encontrámos um intenso trabalho de preservação do passado entre monumentos e acessos.

Uma muito boa experiencia e uma grata surpresa cultural entre fortalezas, palácios e igrejas.

A geografia do local também é impressionante, porque a grande colina fica cercada pelo rio. Quem levou a capital medieval da Bulgária para ali, sabia, muito bem, o que fazia.

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ETAR - Museu Etnográfico ao vivo em Gabrovo, é um conjunto espantoso de outros tempos, onde a maquinaria ainda trabalha pela força da água como costumava ser no passado. Vimos uma coleção viva de instalações com moinhos de lavar roupa, moinhos de farinha, uma roda de moagem, entre outros.

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Na breve paragem na vila de Skobelevo ficámos a saber que as pétalas das grandes plantações de rosas é o ouro líquido que cresce na Bulgaria. É exportado para todo o mundo para perfumarias ou laboratórios e também para os hospitais como desinfetante em cirurgias. Localmente, foi possível provar um brandy de rosas.

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Carlos Alberto Santos

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Bulgária - Plovdiv, Mosteiro de Rila e Avós Cantoras de Dobarsko - Abril 2019

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A visita a Plovdiv, a segunda maior cidade da Bulgária, é imperdível pela fusão de cronologias, culturas, monumentos, ruas de pedra e um centro com casas históricas criativas cheias de detalhes.

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Era a principal cidade do império romano chamado Philippopolis, nome antigo da cidade de Plovdiv. Tal como Lisboa, também é conhecida pelas suas 7 colinas.

No centro histórico visitámos o Teatro Romano, com capacidade para mais de 5.000 pessoas, um dos mais antigos e mais bem preservado de todo o mundo.

Dos monumentos romanos ainda se podem ver o estádio, o anfiteatro, e o fórum.

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No alto da colina, Nebet Tepe (Colina Vigia), um lugar com as ruinas de uma antiga cidade dos trácios, duas portas medievais do século II d.C. e as pedras das muralhas romanas, é, hoje, um excelente miradouro para observar a cidade moderna e a mesquita.

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Depois do almoço, a 117 kms de sofia e a uma altitude de 1147 m nas montanhas de Rila, tínhamos uma visita imperdível ao mais famoso e importante mosteiro da igreja ortodoxa búlgara.

O Mosteiro de Rila, património da Humanidade pela UNESCO, enquadra-se num pano de fundo montanhoso com neve, que dá a toda aquela atmosfera um tom mágico a uma obra humana impressionante. Conta com 300 salas, celas habitadas por monges e outras instalações monásticas. A Torre de Hrelyo, é a única estrutura da construção do século XIV que sobreviveu a invasões e a um grande fogo. Impressiona a desarmonia das fachadas que rodeiam o grande pátio entre arcos, abóbadas e balcões em madeira. Na Igreja da Natividade há cerca de 1200 frescos entre 36 cenas bíblicas.

Devido à Páscoa Ortodoxa os museus estavam fechados, pelo que não foi possível ver a Cruz de Rafael.

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No caminho parámos na aldeia de Dobarsko, no sopé da montanha de Rila a 1070 m com cerca de 200 casas, para uma prova de uma bebida espirituosa local, a banitsa, e para contatarmos com o folclore das avós cantoras.

A ruralidade primitiva das avós, a vista deslumbrante de horizontes infinitos e o ar de cristal justificaram esta paragem.

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Carlos Alberto Santos

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Bulgária, Sófia - Abril 2019

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Estivemos na Bulgária, num país de violentas guerras, invasões e onde, durante a II Guerra Mundial, houve um enorme “vira casacas” de alemães para soviéticos, quando perceberam que iam perder a guerra.

Apesar de fazer parte da União Europeia, e ter recebido fundos europeus para construir estradas e outras infraestruturas, a cultura do regime soviético, muito presente, parece ser, ainda, um fantasma para os novos projetos, para a melhoria salarial e um obstáculo para a, quase inexistente, indústria do turismo.

No entanto, pareceu-me a viagem ideal para apaixonados por lugares desconhecidos e por atrações culturais ainda primitivas, em locais repletos de paisagens naturais. Não faltam florestas, muito verde e um grande potencial para plantação de flores.

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O jantar de boas vindas aconteceu nos arredores de Sófia, num restaurante que não sei pronunciar nem escrever o nome. Foi acompanhado por um pobre espetáculo de folclore e pela tentativa, de, no escuro, demonstrarem as danças de fogo Nestinari. Juntaram-lhe um atendimento muito impessoal, onde está incluída a nossa guia, com informações escassas, ou praticamente nulas, sobre os momentos de “folclore” que acompanharam a refeição.

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Posteriormente, tentei perceber o que seria aquele “andar sobre brasas”. Contam, que os dançarinos entram em transe e pedem aos santos, São Constantino e Santa Helena, para intercederem junto a Deus para o perdão de pecados. "Não há truques nem magias, apenas a mente humana, onde estão os sonhos, os desejos, as crenças e a fé em Deus". Dizem, que aqueles que praticam esta dança podem entrar em transe durante a qual não veem nada e só estão conscientes da música. No final da dança, concluem o ritual fazendo o sinal da cruz. A ausência de queimaduras fascina os cientistas.

 

Para acompanhar um bom e bem servido jantar, foi-nos anunciado, com pompa e circunstância, a oferta de um copo de vinho local, mas… que, efetivamente, não passou de metade de meio copo de vinho, mesmo com muitos a beberem, só água.

 

Apesar de ser um encanto, Sófia, a capital da Bulgária, ainda está mal preparada para o turismo. Mesmo assim, até o alfabeto cirílico lhe dá uma certa graça e lembra outras paragens.

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Como os principais pontos turísticos ficam no centro da cidade, a visita a pé tornou-se fácil.

 

A Catedral Alexandre Nevsky, uma das maiores igrejas ortodoxas do mundo foi construída em agradecimento ao povo russo. A entrada era gratuita, mas para tirar fotografias era necessário pagar uma taxa.

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A Igreja Russa Sveti Nikolay Mirlikiis foi construída de acordo com os moldes russos por acharem que as igrejas búlgaras não eram suficientemente ortodoxas. Conhecida como a igreja dos milagres. É muito pequena, mas de uma beleza rara.

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Outra, ainda mais pequena, a igreja Sveta Petka Samardzhiiska, que não foi possível visitar, foi construída durante o império Otomano. Ali está sepultado o herói nacional Vassil Levski depois de ter sido enforcado pelos Otomanos.

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A Igreja de São Jorge, uma das mais antigas da cidade, foi construída pelos romanos. Ao longo da sua história, serviu como batistério, igreja cristã, mesquita e um mausoléu. Pode-se ver ainda os restos de um antigo sistema de aquecimento e ruínas de uma das principais ruas da Sérdica antiga, a atual Sófia.

Nos tempos do comunismo a Igreja foi rodeada por grandes edifícios públicos e o edifício da Presidência, numa demonstração de que eles estavam acima da igreja.

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Os guardas do edifício da presidência, antigamente, tinham que ser altos, com olhos azuis e bonitos. Hoje resta-lhes terem que providenciar, junto do jardim zoológico, uma pena de águia para usarem no chapéu.

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É na praça central de Nezavisimost onde se encontram os melhores exemplos da arquitetura comunista. Os símbolos, que adornavam os prédios, foram retirados após a queda do regime.

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O monumento de Santa Sófia encontra-se no mesmo lugar do antigo monumento de Vladimir Lenine. A estátua de bronze e de cobre com 8 metros de altura, assente num pedestal de 16 metros de altura simboliza o poder, a fama e a sabedoria.

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Carlos Alberto Santos

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