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As nossas viagens. Ex-Militares da Companhia 3485 e Amigos.

QUEM GOSTA VEM… QUEM AMA FICA.

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QUEM GOSTA VEM… QUEM AMA FICA.

Ilha da Madeira... a beleza natural do Funchal

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Numa ilha rica em água e com temperaturas amenas e uma humidade moderada, até a cidade do Funchal tem uma beleza natural.
 
O roteiro pelos jardins, pela baixa e pela baía do Funchal foi muito intimista.
No centro histórico ainda persistem lojas centenárias com a traça original, que nos permitem sonhar com o comércio no passado... por exemplo, a Pharmacia Portugal ou a Fábrica de Santo António, desde 1893 com receitas tradicionais de broas, bolos de mel e rebuçados de funcho.
São as Lojas com História e com um moderno "QR Code" informativo.
 
Devido à Festa da Flor as principais ruas e praças estavam decoradas com flores. Na  Exposição havia belos exemplares produzidos em toda a ilha.
 

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O Mercado dos Lavradores, no centro, é de visita obrigatória. Só o nome, desperta a curiosidade... os frutos são variados, onde a banana é rainha. Um mundo de cores, de fruta, legumes, peixes e flores.

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A catedral do Funchal, que estava em restauro, é um belo edifício mandado construir, à imagem da ilha, por D. Manuel I, no século XV.
 
Almoçámos na Marina, no restaurante O Solar da Santola. O filete de Corvina era generoso e fresco.
 
A despedida da Ilha da Madeira foi feita no Miradouro de Cristo Rei.

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Carlos Alberto Santos

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Ilha da Madeira... do Monte ao Curral das Freiras 13/10/21

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Monte

 

A natureza é, de facto, o ponto forte da Madeira... até nas zonas urbanas.

A ida ao Monte foi uma boa experiência.

Começou no centro histórico da cidade do Funchal, seguimos pela Rua de Santa Maria, um verdadeiro museu através do projeto “Arte de Portas Abertas”, em que as suas portas foram pintadas por inúmeros artistas, para uma subida no teleférico... 550m de percurso.

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Aos poucos o ambiente da cidade é substituído por encostas verdejantes, muitas bananeiras, montes e vales, numa viagem que tem a baia do Funchal e o Oceano Atlântico como pano de fundo.

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Passeámos numa frescura ambiental muito agradável, no jardim junto à igreja... um local coberto por muitas espécies de plantas da ilha, outras exóticas e muitas árvores centenárias. 

Depois, houve um momento de paz na Igreja de Nossa Senhora do Monte. Ali se encontra sepultado o Imperador Carlos I da Áustria, o último titular do Imperio Austro-húngaro (heranças... da segunda guerra mundial).

De regresso, a descida, para alguns, fez-se nos carros de cesto, manobrados por homens pela ingreme encosta, quase até ao centro da cidade.

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Eira do Serrado

Outro local com ar puro e vistas deslumbrantes para as montanhas. Um microclima, que permite aos habitantes a produção de castanha e cereja... incluem a castanha em quase tudo o que pode ser feito, licores, bolos, pudins e sopas... comprovado ao almoço.

O miradouro situado a uma altitude de 1094 m, oferece um deslumbrante panorama sobre as montanhas e a vila do Curral das Freiras, situada no coração da Ilha onde no século XVI as Freiras se refugiavam dos Piratas, que frequentemente atacavam a Madeira.

O almoço foi no Restaurante Eira do Serrado. A sopa de castanha estava uma delícia, assim como o frango à Eira do Serrado. Um serviço muito profissional.

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Miradouro do Pico dos Barcelos

A nossa última paragem, antes do regresso ao hotel.

A 355 metros acima do nível do mar desfruta-se de uma paisagem inesquecível sobre a cidade do Funchal e com as ilhas Desertas lá ao fundo.

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Carlos Alberto Santos

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Ilha da Madeira... Um dia na Levada das 25 Fontes 12/10/21

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Ir à Madeira e não caminhar numa levada é perder uma experiência única, na nossa vida.
 
Descobri-la na companhia de um guia especializado, é o tal passeio imperdível.
 
A Floresta Laurissilva é produtora de água, que a capta das neblinas, daí terem sido criadas levadas que "educam" a água e a canalizam montanha abaixo... são cerca de 2500 kms.
 
A escolha não foi fácil, mas há oferta para todos e com diversos níveis de exigência e de adrenalina QB (quanto baste)... para antes, durante e depois.
 
Resumindo: - No final da nossa caminhada, as faces estavam iluminadas pela superação e pelas sensações inesquecíveis na harmonia e paz do local, na abundância de água, que brota dos poros da terra, e na biodiversidade da vegetação Laurissilva que transforma todo o percurso numa espécie de santuário.

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A construção da levada das 25 fontes remonta a 1835... no ano de 1855 começou a circular água para abastecer as populações.
 
Começámos no Túnel da Estrebaria, que liga a zona sul à zona norte. Um túnel com cerca de 800 m, escuro e molhado, onde foi preciso usar lanternas durante todo o percurso... alguém dizia: - Não vejo a ponta d'um corno. Respondem: - Guia-te pelo outro.
 
Este túnel é uma alternativa ao percurso tradicional... sem se perder muito, ganham-se algumas centenas de metros em altura / degraus (300?).
 
Depois, já à luz do dia, foi o momento para manter os olhos bem abertos para ver as borboletas, abelhas e insetos, pássaros, peixes e flores silvestres com cores fortes, numa cobertura exuberante de vegetação endémica... galhos entrelaçados de árvores em forma de saca-rolhas a saírem da floresta e a alcançar-nos ao nível do tronco, criando túneis complexos na aparência interligada e com visuais impressionantes.
 
Não consigo imaginar isto durante ou depois de muita chuva, mas presumo que seja de todo selvagem.
Igualmente, não sei como será em meses de intenso turismo.
 
Passados 2 kms, lá estava a Cascata do Risco, uma gigante queda de água... a partir daqui o trilho torna-se, provavelmente, na melhor parte do caminho, com algumas saliências divertidas, abismos com centenas de metros, mais estreito, matas cerradas e algumas cascatas irreverentes. A descida que fizemos nesta parte do percurso foi cobrada no regresso.
Superados os primeiros 5 quilômetros e todas as suas emoções, chegou o momento de largar a mochila e pegar no saco do picnic... num cenário verdadeiramente mágico, o anfiteatro das 25 Fontes.
 

À noite, ainda houve força para um jantar típico e para o Bailinho da Madeira ... saboreámos o Vinho da Madeira, o bolo do caco, a famosa “espetada”, o milho frito, a batata-doce e a Poncha.

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Carlos Alberto Santos

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Ilha da Madeira... de Câmara de Lobos à Encumeada 11/10/21

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Câmara de Lobos

No segundo dia, começámos pela primeira povoação da Madeira criada pelo próprio Gonçalves Zarco.

O nome provém do facto de, na época da descoberta da ilha, ter sido avistado uma grande quantidade de lobos-marinhos na enseada. Os pescadores, especializaram-se a pescar o peixe-espada preto. Os barcos típicos são chamados de "os Xavelhas".

Do miradouro ou Ilhéu de Câmara de Lobos, um rochedo sobranceiro ao mar que se assemelha a uma ilha (hoje um espaço cultural), tem-se uma vista magnífica.

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Cabo Girão

Por estar a 580 metros acima do nível do mar, é considerado o promontório mais alto da Europa e o segundo mais alto do mundo.

A plataforma suspensa, com uma grelha em aço e vidro transparente, proporciona vistas incríveis do oceano e para o Funchal. Por baixo , encontram-se as fajãs... áreas agrícolas à beira-mar.

A designação de Cabo Girão também se deve a Gonçalves Zarco... era um ponto de referência para as caravelas.

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Ribeira Brava

O próprio nome e as notícias sugerem as piores razões: - A vila fica situada junto ao mar na foz de uma ribeira que desce pelas encostas escarpadas do interior montanhoso.

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Porto Moniz

Depois de uma breve passagem por Ponta do Sol, pela Calheta, com a sua praia de areia trazida do deserto africano, e pelo planalto do Paul da Serra, descemos a costa norte entre vistas excelentes para o Oceano Atlântico e para as piscinas naturais da Vila de Porto Moniz.

Almoçámos no Restaurante Orca. O serviço era lento com empregados aparentemente inadaptados... no entanto, os bifes de atum salvaram as honras da casa, estavam muito bons e com "alma". Recomendo, mas precisam de paciência para almoçar... duas horas não devem chegar.

A seguir, ainda deu para uma visita relâmpago à vila.

Depois, seguimos até São Vicente por uma recuperada estrada, entre mar à esquerda e altas escarpas à direita.

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Miradouro da Encumeada

No regresso ao hotel, parámos no miradouro da Encumeada para uma visão panorâmica das duas vertentes da ilha... a pouca visibilidade, o estado de abandono do local e a quantidade de silvas e arbustos não facilitaram as nossas intenções.

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Carlos Alberto Santos

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